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Robert Born

Pitaco Onefootball: quem deve substituir o lesionado Neymar na Seleção


Neymar está de fora por 10 semanas e com isso ele irá perder importantes jogos.

Além da Champions League, Copa da França e Ligue 1, o craque também irá perder dois amistosos da Seleção Brasileira.

Um deles já com data marcada: dia 26 de março, contra a República Tcheca. O segundo amistoso ainda não foi confirmado.

Com isso em mente, os editores da Onefootball decidiram quebrar o coco e revelaram quem, na humilde opinião de cada um, deve substituir Neymar durante os amistosos.

Alexandre Fernandes

Luan

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Não é de hoje que o camisa 7 tricolor vem sendo pedido na seleção brasileira. Com a ausência de Neymar, o técnico Tite pode dar uma chance ao atacante gremista, melhor jogador da Libertadores 2017. Ainda mais agora que, aparentemente, Luan está livre das dores que o tiraram das fases decisivas da Libertadores 2018.

Além da velocidade, Luan atua muito bem pelo lado esquerdo do campo, puxando para o meio para finalizar. Essas características do camisa 7 ajudariam Tite a não mexer tanto no esquema tático do ataque da seleção brasileira. Fora que seria mais um passo na chamada “reciclagem” do Brasil visando a Copa de 2022.

André Gonçalves

Everton

Criativo, não tem medo de ir para cima do adversário. Aventureiro, impõe respeito, apesar de ser baixinho. Porém ainda precisa trabalhar em cima da pressão dos zagueiros e no poder de decisão.

Matheus Palmieri

Vinícius Júnior

Na última quarta-feira, após o sorteio da Copa América, Tite falou sobre um nome: “A possibilidade está aberta para Vinícius Junior sim, até o fim”. O garoto de 18 anos chegou ao Real Madrid pedindo passagem, sem exigir a queima de etapas. Aos poucos, o brasileiro foi ocupando as vagas de Asensio e Vázquez e até mesmo – por que não? – o protagonismo de Cristiano Ronaldo nas capas dos jornais madrilenhos.

Em 17 partidas pelo Real, são três gols e cinco assistências, além dos lances plásticos para alguém que há pouco mais de 18 meses jogava nas categorias de base do Flamengo. Se Pelé foi campeão do mundo aos 17 anos, não há porquê não dar uma chance a Vinícius, com 18.

Marcos Monteiro

Dudu

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O 7 do Palmeiras tem jogado em alto nível desde 2015, quando carregou o Verdão ao tri da Copa do Brasil. Em 2016 foi fundamental na campanha do Eneacampeonato brasileiro. Terminou 2018 como o melhor jogador do Brasileirão. É possivelmente o melhor jogador em atividade no Brasil e merece uma chance com a amarelinha. Teria que cavar seu espaço e chegar aos poucos, dificilmente seria titular logo de cara, mas merece uma chance.

Além disso, os amistosos dão a Tite a oportunidade de testar. Se não for bem, ou não aproveitar a chance, teria a convocação repensada para a Copa América.

Nathalia Araújo

Vinícius Júnior

Eu não achava que ele ganharia protagonismo no Real Madrid e esperava que ele fosse ficar por um tempo jogando na equipe B. Mas ele mostrou talento e conseguiu dar mais qualidade a um “decadente” Real Madrid. Claro que só ele não pode carregar um time inteiro nas costas.

Contudo, é importante observar também que ele não tremeu na hora de assumir a responsabilidade. Isso é importante quando pensamos em Seleção Brasileira e, especialmente, quando pensamos em um possível substituto para o grande craque da equipe.

Robert Born

Bruno Henrique

Não, eu não sou Flamenguista. Nem santista. E, sim, eu sei que ainda é muito cedo para falar dele na Seleção, mas veja o meu argumento. O Tite, cabeça-dura, não vai querer mudar muito o esquema tático e Neymar será escalado até o fim dos tempos, portanto o treinador vai querer alguém que faça a mesma coisa que o Ney.

E aí que entra Bruno Henrique, mas com um quê a mais. Ele é ambidestro, sabe cruzar, corre bem, dribla e chuta de fora da área. Acredito que jogar pelo Flamengo e no Maracanã vai ajudá-lo a jogar sob pressão da torcida e perto de muitos espectadores. Ele só precisa continuar fazendo o que fez no jogo contra o Botafogo e mostrar que, pode sim, ser o substituto do Neymar.

Vitor Geron

Vinícius Júnior

O jovem atacante tem mostrado muita personalidade e bom futebol no desorganizado (e sempre muito cobrado) Real Madrid. Sem Neymar, Tite poderia aproveitar para ver como Vinícius reagiria nos amistosos pré-Copa América, até para que ele seja mais testado antes de começar uma competição oficial pelo Brasil.

Com Vinícius, a estrutura tática de Tite nem mudaria muito. Mas, mesmo assim, eu aproveitaria a ausência de Neymar pra testar novas formações ofensivas. É fundamental buscar as variações que faltaram na Copa do Mundo. Sem Neymar, fica mais “fácil” fazer testes nas posições do ataque, uma vez que o único fora de série está fora.